O Crisma no Rito Novo e a tradução de sua fórmula sacramental: Uma defesa da Tradição Católica e de Dom Lefebvre

O Crisma no Rito Novo e a tradução de sua fórmula sacramental: Uma defesa da Tradição Católica e de Dom Marcel Lefebvre, por André Abdelnor Sampaio.

Links para todas as partes do estudo:


Parte I – Introdução e Justificativa do Estudo

A natureza de nossas produções intelectuais até este presente trabalho, o “estado de necessidade geral da Igreja” oriundo da crise de autoridade magisterial desde o Concílio Vaticano II e a necessidade de todo católico em defender a Fé tanto em períodos de normalidade como em períodos de crise empregando distintas modalidades conforme o contexto.


Parte II – A questão do Crisma no rito novo e a tradução de sua forma sacramental aos países lusófonos

Vamos analisar a natureza do que se denomina por “magistério conciliar” e do que lhe sucedeu segundo a obra do Padre Calderón sobre a autoridade do Concílio Vaticano II, abarcando principalmente a revolução litúrgica de 1969, a fórmula sacramental da crisma no rito novo, sua tradução, analisando também os comentários dos próprios especialistas entusiastas da reforma litúrgica sobre a tradução da fórmula.


Parte III – A resposta de um douto dominicano e a exímia prudência sobrenatural de Dom Lefebvre

Após analisarmos a fórmula, seu sentido, sua tônica sacramental e sua tradução ao português, analisaremos a resposta de um douto dominicano autor de um importante e referencial estudo sobre temas afins a partir do ângulo tradicional, e verificamos também o que Dom Lefebvre já dizia sobre o mesmo assunto.


Parte IV – CONSIDERAÇÕES FINAIS

A legitimidade da medida adotada por Dom Lefebvre, preservada por sua Fraternidade e demais comunidades da Tradição.


Parte V – Respostas a possíveis objeções

Resposta às possíveis e prováveis objeções de neomodernistas, sedevacantistas, e esclarecimento de dúvidas pertinentes de católicos.


REFERÊNCIAS



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